sexta-feira, 18 de maio de 2012

Teatro de bonecos conta história de Florianópolis, neste domingo, no Shopping Iguatemi.


Neste domingo, dia 20 de maio, a Turma do Papum apresenta ILHA DOS CARIJÓS, teatro de atores e bonecos, com música ao vivo, que conta um pouco da história da Ilha de Santa Catarina. Às 11:30, no cinema do Shopping Iguatemi, em Florianópolis. É gratuito!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Projeto TAC 7:30 - Noite de Palhaços

A Cia Traço de Teatro apresenta NOITE DE PALHAÇO no Projeto TAC 7:30, promovido pela Fundação Catarinense de Cultura.
Anote:
Dia 29 de maio (terça), às 7:30 da noite, no Teatro Álvaro de Carvalho - Pr. Pereira Oliveira, Centro, Florianópolis, SC.

Os Bons Serviços, no


domingo, 6 de maio de 2012

Edital da Caixa

A Caixa está com editais abertos para 2013, contemplando projetos nas artes visuais, artes cênicas, cinema e música.
Informações no site http://www.programasculturaiscaixa.com.br.

Ciranda dos Guarda-chuvas no Teatro da UFSC

A Ciranda dos Guarda-Chuvas é um espetáculo teatral infantil que conta a história de dois palhaços vendedores de guarda-chuvas. Pingo e Chuvisco, como todos os vendedores ambulantes, tentam vender seu produto com brincadeiras e muito bom humor. Mas o clima não ajuda e a chuva não vem... Os personagens resolvem, então, tentar ganhar uns trocados inventando histórias como verdadeiros artistas de rua (que são!), já que não conseguem vender os guarda-chuvas.
É o segundo texto do autor montado pelo grupo que tem sede em Florianópolis desde 2003. O primeiro texto foi “O Patinho Pateta”, que já fez mais de 80 apresentações em diversas cidades dos estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Na direção e elenco do espetáculo estão Alê Gandolfi e Gilca Rigotti.
 Ficha Técnica
Texto: Pedro Delgado
Direção e Atuação: Alê Gandolfi Gilca Rigotti
Direção de Arte: Gilca Rigotti
Direção musical: Neno Miranda
Cenografia: Juliana Silveira
Figurinos: Denise Severo
Maquiagem: Gilca Rigotti
Arte gráfica: Danielle Ferreira
Gravação das músicas: Estúdio Green
Produção e realização: Expresso Produções

Temporada no mês de maio, todos sábados e domingos às 16h, no Teatro da UFSC (Pr. Santos Dumont, 117 - Floripa, SC) Ingressos: inteiro R$20,00 meia R$10,00 Professores, artistas, estudantes e maiores de 60 anos pagam meia! Fique atento às promoções que rolam pelo Face.

sábado, 28 de abril de 2012

Texto de Marisa Naspolini, publicado no DC de hoje

O CIC ocupado Na segunda-feira passada, 23 de abril, mais de uma centena de trabalhadores da cultura reuniu-se no Centro Integrado de Cultura (CIC), o principal espaço de cultura de Florianópolis e um dos mais importantes do Estado, fechado desde 2009 para uma reforma interminável, para manifestar seu repúdio com a atual situação do setor e entregar um documento endereçado a diversas autoridades no qual constam algumas das reivindicações mais prementes. Neste dia, parte deles acampou nos arredores do CIC e lá ficou. A carta, assinada por 131 entidades ligadas à produção cultural e artística catarinense, levanta uma série de questões que fizeram eclodir o movimento. Entre elas, a inexistência de uma secretaria específica para o setor, o cancelamento do Edital Elisabete Anderle em 2012 e o funcionamento irregular do Conselho Estadual de Cultura, cujas deliberações não são acatadas pelo governo, dando margem a um uso ilegítimo e obscuro das verbas estaduais destinadas o setor. Não se trata de uma manifestação isolada nem de uma simples reivindicação de classe por melhores condições de trabalho. Mais do que questões pontuais, o movimento pede respeito dos nossos governantes. Respeito aos acordos selados e não cumpridos, respeito à legislação vigente, respeito às conquistas feitas com muito esforço ao longo dos anos. Há pelo menos duas décadas que os trabalhadores da cultura catarinense, entre os quais me incluo, tentam arduamente estabelecer um diálogo profícuo com o governo. O movimento Ocupa CIC me traz à memória a histórica passeata formada por 400 artistas e produtores culturais de todo o Estado que invadiu as ruas de Floripa e terminou com a ocupação da Assembleia Legislativa em fevereiro de 2005. Na época, o governo aproveitou a dispersão típica das férias de verão para tentar aprovar a toque de caixa, e na surdina, uma série de leis que mexeriam profundamente – para pior – com a estrutura administrativa da cultura em SC. Uma comissão formada por representantes do setor conseguiu reverter parcialmente a situação, mas logo se viu ludibriada por promessas enganosas e deturpações no uso do erário público que seguem maltratando a cultura. O momento também me faz lembrar do ano de 2006 quando, novamente, centenas de trabalhadores da cultura, cansados de fazer passeatas e redigir documentos, resolveram fazer arte como forma de protesto e produziram em tempo recorde uma série de filmes, entre eles o emblemático “Matou o cinema e foi ao governador”, que em poucos dias levou um público recorde ao cinema. Muito já foi feito. Mas a Cultura permanece agonizante na UTI. As mazelas do setor cultural parecem se eternizar na santa e bela catarina. Enquanto na última década o Ministério da Cultura fez um trabalho louvável, implementando uma discussão democrática para a criação do Plano Nacional de Cultura, discutido por todo o país, em Santa Catarina nossos gestores insistem em andar na contramão. Nem o convênio assinado recentemente com o MinC, que deveria garantir transparência na elaboração do Sistema Estadual de Cultura, é respeitado. Por tudo isso as barracas estavam na rua. O setor cultural está clamando, há anos, por um tratamento mais digno, por continuidade nas ações, por transparência nos atos, pelo fim da política de balcão. Só assim pode-se garantir que os bens culturais possam ser devidamente usufruídos pela população, que é o que realmente importa. Afinal, os políticos passam. As pessoas ficam.